28 de abr de 2016

O caçador e a Rainha de Gelo (2016)

Desde que foi anunciada uma continuação do filme Branca de Neve e o caçador, eu fiquei imaginando no que eles centrariam a história, já que não iriam mais focar na Branca de Neve (devido a polêmica com a atriz e diretor, anunciaram que Kristen Stewart não voltaria para o papel e óbvio que eles não escalariam outra atriz). Depois anunciaram que o filme seguinte mostraria um pouco da história do caçador, Eric. Fiquei bastante curiosa, mas sem nenhuma expectativa. Então quando, ano passado, saíram fotos de Charlize Theron e Emily Blunt caracterizadas como Ravenna e Freya, respectivamente, achei que seria um filme bem legal. Antes que eu fale minha opinião, vamos ao enredo.


O filme O caçador e a Rainha de Gelo é uma prequel (porque narra a história de Eric e Ravenna antes dos acontecimentos do filme de 2012) e uma sequel (porque a linha temporal do filme segue contando a história entrando no reinado da Branca de Neve). Ravenna era rainha. Ela descobre que sua irmã Freya tem um caso com um nobre comprometido. Ela afirma que ele não irá desfazer seu compromisso, mesmo Freya estando grávida de uma menina. Mas Freya não perde a esperança, e quando sua filha está com três meses, ela é enganada e sua filha morta pelo próprio pai. Em sua fúria e tristeza, ela o mata ao libertar seus poderes de gelo. Desgostosa, ela abandona a irmã e se estabelece em um palácio de gelo no norte e sai conquistando os reinos, transformando a terra em um lugar gélido. Ao mesmo tempo, ela forma um exército de crianças, treinando-as para serem caçadores e endurecendo seus corações, pois para ela, o amor se tornou uma farsa. 


Duas dessas crianças são Eric e Sara, seus caçadores mais talentosos, que se apaixonam e tentam fugir, mas Freya impede e os engana. Eric é dado como morto e sete anos se passam (durante esse tempo, Branca de Neve se tornou rainha e Ravenna morreu). Rei William, marido de Branca de Neve, aparece e informa Eric que o Espelho de Ravenna, que havia sido levado para o Santuário, foi roubado. Eric e dois anões, Nion e Gryff, partem para descobrir o que realmente aconteceu, e no caminho Eric descobre que Sara está viva. Tentando fazê-la crer que ambos haviam sido enganados por Freya, eles acham o Espelho e estão no caminho de volta quando Freya aparece com um exército: ela quer o Espelho da irmã e Eric morto. De volta em seu palácio, ela descobre o que aconteceu com sua irmã e a fonte das desgraças que se abateram sobre seus sonhos de uma vida feliz.


De forma geral, eu gostei muito desse filme. Gostei que eles não focaram somente na história de Ravenna e de Freya, aliás, esta última foi uma personagem que eu não havia imaginado o que seria na série. Acaba que ela se tornou a tal vilã do filme. O legal mesmo é que, como no caso de Malévola, eles mostraram as desilusões de uma mulher apaixonada como causa para todo o mal que ela pratica. E também como no caso de Malévola, foi uma personagem que eu não consegui sentir raiva, só pena. Muito bom também ela ter se tornado uma Rainha de Gelo (ela cavalgando um urso polar foi demais),  com vários elementos remontando a personagem das histórias de Hans Christian Andersen. Nota 10 por essa mistura de contos de fadas.


O romance entre Eric e Sara também foi uma coisa muito bonita. Ele, todo feliz por vê-la viva, ela, com raiva por, ela acreditava, ter sido traída e a reticência em acreditar nele. Outro ponto alto: você torce para Sara acreditar em Eric, apesar de conseguir olhar a situação pelo olhar dela também, e o tempo todo não se consegue definir de que lado ela realmente está, mesmo depois que ela obtém uma confirmação de que Eric está falando a verdade sobre amá-la.


O filme também tem ação, o que eu amei. Chris Hemworth maravilhoso como sempre e Jessica Chastain lutando muito. Amo quando colocam personagens femininas que sabem tanto ou mais que os masculinos quando se trata de dar umas porradas kkkk
Os cenários são muito bonitos, não somente os lugares cheios de cor, mas o território gelado de Freya. Amei aquele palácio de gelo. Os figurinos são lindos, eu não pude evitar olhar para Charlize e Emily e imaginá-las como as primeiras rainhas Targaryen das Crônicas de Gelo e Fogo.






Não foi uma sequência necessária, nem tampouco desnecessária, e sim uma mera forma de divertimento que mostra uma nova visão sobre a vida do caçador e como ele virou O caçador. Com o final do filme de 2012, o que deu a entender, até mesmo devido a cena em que Eric desperta Branca de Neve do sono de morte, era que ele estava apaixonado por ela. Foi legal ver que ele ainda amava a esposa que ele acreditava estar morta. De forma geral, um filme bonito. 

27 de abr de 2016

Cinderela Pop (Paula Pimenta) – DL L&T 2016


Título: Cinderela Pop
Autora: Paula Pimenta
Mês: Abril
Tema: Nacional
Editora Galera Record, 156p.

A diretora do colégio de Cintia proibiu os alunos de usarem os celulares na escola. Para a garota, isso não seria nenhum problema se o horário do recreio não fosse a única hora para ela falar com a mãe que trabalha no Japão. Assim, Cintia se vê obrigada a pedir um favor para o pai, com quem ela não fala há um bom tempo, e acaba tendo que prestar outro favor em troca: ir na festa de quinze anos das enteadas dele, filhas da sua nova (e nojenta) mulher. Ela aceita e vai disfarçada, porque ela também já havia sido contratada para trabalhar como DJ na mesma festa, mas seu pai nem sonha com isso. No dia da festa, Cintia acaba encontrando um carinha gente boa, e a conversa entre eles indica que algo mais está surgindo. Só que Cintia descobre tarde demais que o tal carinha simpático é Fredy Prince, cantor super famoso e desejado que até momentos antes ela detestava. Na correria da fuga, ela acaba perdendo um par do seu estilizado tênis All star e mais tarde descobre que está com Fredy. Ele está louco atrás de sua Cinderela pop, e faz de tudo para encontrá-la, mas Cintia terá que lidar com as tramóias de sua madrasta má, que quer a todo custo impedir que a menina consiga o que quer.

Gostei bastante desse livro. Apesar de adorar a Paula Pimenta, eu estava com o pé atrás, mas amei. Uma versão moderna do conto da Cinderela, como o próprio título indica, envolvendo música, um astro adolescente e um par perdido de All star (que foi, na minha opinião, o tchan da história. Nada de sandálias enfeitadas ou saltos bonitos, um simples e estilizado par de tênis). Também gostei do que Fredy faz para encontrá-la. Li em uma tarde, não consegui largar.

25 de abr de 2016

A torre invisível (Nils Johnson-Shelton) – IDY 2016


Título: A torre invisível
Autor: Nils Johnson-Shelton
Mês: Abril
Tema: Comprou pela capa
Editora Intrínseca, 254p.

Artie Kingfisher é um nerd que adora jogos de vídeo games. Em um dia como qualquer outro, enquanto jogava seu game favorito, chamado Outro Mundo, recebe uma mensagem misteriosa:

Arthur, 
Em uma semana você virá até mim na TI. Você é especial, Arthur, e necessito de seus serviços e poder. Eu o espero há muito tempo. 
Seu humilde criado, 
 M.

De início, ele não dá muita importância, mas quando sua irmã esquece seu controle remoto especial na véspera de participar de um torneio de games, Artie se prontifica a ir em uma loja e comprar outro. E a tal loja que encontra é justamente a TI, ou Torre Invisível. Lá, ele acaba descobrindo mais do que esperava sobre sua vida e sua história. No início, ele não acredita muito, mas um relato de seu pai adotivo o leva a voltar a loja, onde Merlin, o velhinho dono da loja (e também o lendário mago), afirma que ele é o sucessor do rei Arthur e que sua missão é terminar o que o lendário rei não conseguiu. Junto de sua irmã Kay e carregando a famosa espada Excalibur, Artie se dirige ao Outro Mundo, que não é só um reino de vídeo game, para poder libertar Merlin e ambos derrotarem Morgana.

Eu tenho esse livro faz um tempão, mas sempre deixava de lado na hora de escolher porque não faço idéia de quando a continuação vai sair. Esse ano tive um tema onde pudesse encaixá-lo e apesar da leitura, no início, ter sido meio devagar, do meio para o final começa a ficar muito melhor. Sempre gostei dos mitos em torno do rei Arhtur e seus cavaleiros, então gostei bastante. Infelizmente, nessa história Morgana não aparece (eu quero muito ver que aparência o autor dará a ela) e é a feiticeira má, inimiga de Arthur, o que é uma recorrência nas histórias que envolvem esses dois personagens e que eu não curto muito (por isso adoro As Brumas de Avalon, que mostra uma visão totalmente diferente de Morgana). De forma geral, a história é muito boa, prende a atenção. Recomendo.

22 de abr de 2016

Lucas Scothboll e a máquina do tempo da hereditariedade (Alexandre Braga) – RC 2016


Título: Lucas Scothboll e a máquina do tempo da hereditariedade
Autor: Alexandre Braga
Mês: Abril
Tema: Com grande frase de abertura
Editora Premius, 240p.

Lucas Socthboll e sua família estão voltando para Whistandey depois de muitos anos. Por motivos que ele não faz a mínima idéia, seus pais ficam totalmente estranhos quando um amigo menciona a existência de uma irmã sua e de Ian, seu irmão mais velho. Mas o assunto é deixado de lado quando Lucas chega na (para ele) nova cidade. Na nova escola, ele consegue se enturmar, e no primeiro trabalho que o professor passa aos alunos acaba tendo relação com o desaparecimento de uma conhecida agente policial chamada Melissa Macheng. O que Lucas nem imagina é o motivo real por trás desse desaparecimento, e o quanto sua vida irá mudar com a descoberta de um segredo de família. Ao mesmo tempo, uma invenção extraordinária chamada Máquina do Tempo da Hereditariedade foi roubada e seu inventor é acusado de forjar a ação. Mas Lucas acaba envolvido nessa história também, e determinado a provar que Castrovis é inocente, acaba descobrindo que os planos de Leoló Venie, antigo inimigo de sua família, são mais loucos do que todos imaginavam.

Eu fiquei louca atrás de um livro que pudesse se encaixar nesse tema, e como eu não estou podendo comprar livros neste momento, tinha que me virar com os que tinha em casa. Mas nenhum deles se encaixava. Por outro lado, fazia tempo que eu estava com esse livro, enviado pelo próprio autor, e ele estava muito ansioso para saber minha opinião sobre o livro. Comecei a ler somente por isso, mas logo de cara percebi que ele podia se encaixar nessa categoria porque ele começa pelo epílogo (!!!). Primeira vez que eu vejo algo assim. E gostei muito. A história flui, principalmente porque primeiro tem a tal irmã de Lucas (o primeiro mistério), depois tem o sumiço da policial (o segundo mistério). Também gosto de livros que falam de viagens no tempo, e apesar do epilogo denunciar logo o que acontece no fim da história, quando chegou nessa parte propriamente dita, não pude evitar acabar com as minhas unhas só de ansiedade. E mesmo assim o final consegue surpreender. Li em uma tarde, não consegui largar. Recomendado.

21 de abr de 2016

Mogli - o menino lobo (2016)

Inaugurando a nova seção sobre Filmes e Séries, uma das melhores adaptações live action da Disney:  Mogli, o menino lobo.


Em 2014, foi lançado um remake muito elogiado da história da Bela Adormecida, Malevóla, que centrava na vilã da história. Um filme muito elogiado não somente por apresentar uma nova faceta de uma das bruxas mais odiadas dos contos de fadas, mas por ter Angelina Jolie no papel principal, então eu tive certeza de que os próximos filmes live action dos clássícos da Disney seriam maravilhosos. Cinderela, lançado ano passado, não decepcionou.
Este ano foi a vez de Mogli - o menino lobo. Baseado no livro de Rudyard Kipling, o filme conta a história de Mogli, um menino que foi encontrado na selva pela pantera Baguera e que é criado por lobos. Mas a ameaça constante do tigre Shere Khan faz com que seus amigos decidam que seu lugar é junto aos de sua espécie. No caminho para o vilarejo, Mogli enfrenta muitos desafios e encontra novos amigos, incluindo o urso Baloo, enquanto descobre a verdade sobre seus pais e aprende a aceitar sua própria humanidade.


O filme tem cenas maravilhosas, como esta em que Mogli e Baguera começam sua jornada. A presença marcante do tigre ameaçador é sentida no filme inteiro, e a cena em que ele finalmente dá as caras é ótima. 


A cena em que Baguera e Mogli se curvam perante os elefantes é linda:


O encontro que eu mais ansiei em ver e não decepcionou, principalmente ao som de "Eu uso o necessário. Somente o necessário. O extraordinário é demais":


A melhor cena do filme inteiro, para mim, foi essa (eu não vou dizer que parte foi), e só lamento que não tenham dado voz ao Coronel Hathi (que eu aposto que é esse do centro):


Eu acho que o mérito do sucesso de filmes desse tipo recai, em grande parte, ao elenco. Enquanto o personagem principal ficou a cargo de Neel Sethi, as vozes que deram vida aos personagens selvagens não decepcionam nem um pouco.
Idris Elba conseguiu demonstrar muito bem o foco que o roteirista Justin Marks quis dar ao ódio que Shere Khan nutre pelo homem. Do mesmo jeito, Ben Kinsgley e Scarlett Johansson estão perfeitos como Baguera e a cobra Kaa. Lupita Nyong'o e Giancarlo Esposito estão ótimos como os pais lobos de Mogli, Christopher Walken ficou ótimo como Rei Louie e Bill Murray parece ter nascido para interpretar Baloo.


   


    

Mogli - o menino lobo é um filme maravilhoso, com muita ação, aventura e emoção embalados por uma trilha sonora linda que faz você querer chorar (sim, eu lagrimei em algumas partes). Amei terem mantido a canção original dos personagens e a versão instrumental da música do Baloo é linda. Valeu a pena a ida ao cinema e me deixou com vontade de ver de novo. Ah! E é claro que eu já tenho a versão instrumental de "The Bare Necessities" no meu celular :)

Filmes e Séries



Assistir filmes e séries sempre foi meu passatempo favorito. Nada de baladas, sempre preferi ficar em casa, ou lendo ou assistindo algum filme. Quando comecei a resenhar meus livros, achei que seria uma boa idéia começar a resenhas os filmes e séries que assistia, mas nunca achei que conseguiria me expressar bem. De uns tempos para cá, depois de cada sessão de cinema, eu comecei a falar sobre os filmes nas redes sociais, então achei que estava na hora de criar uma seção aqui no blog para falar sobre isso. A partir de hoje, dou início a postagens de resenhas sobre filmes e séries que eu vi e adorei (ou não rsrs). 

20 de abr de 2016

Alcatraz contra os bibliotecários do mal (Brandon Sanderson) – RC 2016


Título: Alcatraz contra os bibliotecários do mal
Autor: Brandon Sanderson
Mês: Abril
Tema: Da página de recomendações do Goodreads
Editora Benvirá, 288p.

O órfão alcatraz Smedry não é um garoto comum. Além de já ter passado por vários lares adotivos, ele tem a incrível capacidade de quebras as coisas, mesmo quando não tem intenção. No seu aniversário de treze anos, ele recebe um presente inesperado: um saco de areia, herança de seus pais biológicos. Quando o saco é roubado, outra surpresa vem no encalço do roubo: um senhor que se identifica como sendo seu avô. Assim, Alcatraz descobre que sua família faz parte de uma linhagem poderosa que possui poderes ao contrário (Alcatraz tem o poder de quebrar coisas, seu avô, o de chegar atrasado, e por aí vai). O garoto também descobre que é a única pessoa que pode deter os bibliotecários do mal, uma organização de falsos amantes de livros que disseminam a desinformação para poder dominar o mundo.

Faz um tempo que tenho esse livro. O título me atraiu de cara (sou bibliotecária) e não resisti. Ficou na estante por mais um tempo, porque como a maioria dos meus livros, eu espero uma ocasião específica para ler. No início, a leitura é um pouco arrastada, mas depois melhora, quando o leitor começa a entender mais sobre lentes e a areia e o que são os bibliotecários do mal. Eu adorei uma história que coloca pessoas que trabalham com a informação do jeito contrário, e que são os vilões hahahaha Ansiosa pela continuação.

18 de abr de 2016

Os três porquinhos e outras histórias (Peter Holeinone) – RC 2016


Título: Os três porquinhos e outras histórias
Autor: Peter Holeinone
Mês: Abril
Tema: Clássico infantil
Editora Panini, 53p.

Os três porquinhos, O caranguejo e a garça, O lobo e os sete cabritinhos, O rato da cidade e o rato do campo, O patinho feio, A história de Mindinha, As aventuras do pequeno polegar, Lourita e os três ursos, A lebre e o porco espinho, O elefante e a lebre. Dez histórias clássicas de contos de fadas em um livro ricamente ilustrado.

Adoro essa coleção desde pequena, mas nunca parei para ler realmente porque eu tinha várias outras que achava mais legais. Infelizmente dessa coleção só tenho três livros, mas existem mais que quero ver se consigo. Leitura bem simples, recomendo.

15 de abr de 2016

A dança dos dragões (George R.R. Martin) – RC 2016


Título: A dança dos dragões
Autor: George R.R. Martin
Mês: Abril
Tema: Melhor avaliado da TBR
Editora Leya, 864p.

Tyrion fugiu de Porto Real após matar o pai. Ele é ajudado por Varys e acaba indo parar na mansão de Illyrio, antigo protetor de Daenerys e Viserys. Ele se deixa ser levado até certos estranhos, que mais tarde acaba descobrindo serem o exilado Jon Connington, ex-mão do rei Aerys e grande amigo de Rhaegar, e um jovem que dizem ser o príncipe assassinado... Enquanto isso, Daenerys, do outro lado do mar, vai aprendendo na prática o que é governar. Dois de seus dragões estão presos enquanto o maior e mais selvagem sumiu, e a rainha se vê cada vez mais envolta na política de Mereen e das cidades escravagistas que a odeiam desde que ela acabou com o comércio de escravos. Em Westeros, Cersei está lidando com as conseqüências de seus atos políticos estúpidos. Jon Snow agora é o 998º Comandante da Patrulha da Noite e para proteger os homens do inverno que está chegando e das criaturas que vem com ele, não hesita em transformar os antigos inimigos do reino em aliados. O problema é que nem todos pensam como ele. Além disso, desiludido com as profecias erradas de Melisandre, Jon não aceita seus avisos acaba pagando caro por isso...

Finalmente!!!! Mesmo com toda a demora do Martin em lançar o sexto livro, eu achei que não conseguiria terminar esse livro a tempo. Graças a Deus consegui, e até antes da nova temporada \o/ Agora consigo entender mais a revolta dos fãs leitores com a HBO e o fato de certos cortes de personagens e invenção de eventos, as mudanças são tão drásticas que eu até mesmo agora estou preferindo o livro (a cena de Daenerys domando Drogon é MUITO MELHOR no livro)... Adorei a leitura, principalmente as partes em que Cersei se ferra (adorei!) e não entendo porque a maioria diz que arrasta a leitura. O epílogo desse livro ACABOU comigo, mais ainda do que o final (se eu já não tivesse visto a série e não tivesse lido o Martin falando sobre os eventos subseqüentes, eu teria pirado hahahaha). Amei, amei, que venha Ventos do Inverno porque o inverno está chegando.

13 de abr de 2016

Contos de terror e mistério (Edgar Allan Poe) – DL 2016


Título: Contos de terror e mistério
Autor: Edgar Allan Poe
Mês: Abril
Tema: Terror
Editora do Brasil, 103p.

Três contos que mostram o talento de Poe para narrar histórias misteriosas. A caixa retangular apresenta um clima de mistério; e O último pulo do sapo, um crime. Os outros dois contos mostram a maestria de Poe em escrever terror: O gato preto, e Os crimes da rua Morgue apresentam os mistérios que cercam dois crimes. Uma versão biilíngüe de cada história fecha esse pequeno livro.

Escolhi essa edição por vários motivos: a) não sou chegada em livros de terror; b) não tenho livros de terror e odeio ler ebook; c) não curto muito Edgar Allan Poe, mas ele foi o mais indicado na hora que eu pedi opiniões de livros desse tema. Soma-se a isso o fato dos livros de Poe serem grossos, e eu não querer gastar dinheiro em um livro que eu sei que vou ler só uma vez. Eu estava na maior duvida sobre qual livro ler pro tema, então achei esse em uma livraria e agarrei a chance, escolhi ele, apesar de ser uma adaptação da obra original.

11 de abr de 2016

Letícia e o cristal de Naranda (Alexandre Estereiro Nascimento) – DL 2016


Título: Letícia e o cristal de Naranda
Autor: Alexandre Estereiro Nascimento
Mês: Abril
Tema: Nome de pessoa na capa
Editora Mondeglieri, 330p.

Letícia continua em busca dos medalhões de Lungore. Com a ajuda do leflim Angus e de sua companheira Zabete (prima de Angus), Letícia parte com Nick, agora um famoso cantor, e Laila para as profundezas do Oceano Atlântico, em direção ao Triângulo das Bermudas, um lugar completamente perigoso que ao longo do tempo serve de túmulo para muitas embarcações e navegantes. Com a ajuda do capitão Cornélius Van Drebbel, eles partem para a cidade submersa de Naranda, lar original das sereias que vivem no porão da Sra. Ventríglio. Letícia deve não somente encontrar os medalhões que faltam, mas também proteger o cristal de Naranda, pedra que encerra um poder milenar, e evitar que caia nas mãos do perigoso Galankor Zephiro.

O primeiro livro dessa série foi muito legal e o segundo não decepcionou. Até porque dessa vez a história foi centrada nas sereias, minhas criaturas míticas favoritas. A história corre, até por causa da ação, o ritmo é acelerado na maior parte do livro, mas mesmos nas partes lentas, a história não consegue ser maçante. Confesso que fui fazer algumas pesquisas e descobri que me enganei sobre o capitão do submarino Argo (eu achava que tinha algo a ver com Vinte mil léguas submarinas, mas na verdade o capitão Van Drebbel foi o inventor do primeiro submarino navegável). Ansiosa para ler os livros restantes da série.

8 de abr de 2016

Dividir e conquistar (Carrie Ryan) – DL 2016


Título: Dividir e conquistar
Autora: Carrie Ryan
Mês: Abril
Tema: Com verbo no título
Editora Seguinte, 213p.

Após Dak, Riq e Sera conseguirem que a descoberta da América e a Revolução Francesa acontecessem como os livros de história contam, os três viajam no tempo e vão parar na Paris medieval, mais precisamente no dia 24 de novembro de 885, quando a cidade está prestes a sofrer um ataque viking liderado por Siegfried, que historicamente acaba se estabelenco na Normandia, de onde mais tarde seu descendente, ninguém mais ninguém menos que o Bill Helm, o homem que se tornaria o Conquistador da Inglaterra. Consequentemente, o destino do mundo atual depende do papel que os três viajantes irão desempenhar, até porque Siegfried faz parte da SQ. Querendo consertar a fratura na época, eles acabam metendo os pés pelas mãos, se confundem e se metem em muitos perigos até encontrarem o Guardião da História e assegurarem que tudo aconteça como está registrado no futuro.

O segundo livro da série Infinity Ring que eu estava ansiosa para ler desde que terminei o primeiro. Muito mais do que curiosa sobre a próxima aventura (e encrencas) em que Dak, Riq e Sera iriam se meter, eu queira mesmo era saber se Dak veria seus pais de novo. E Carrie Ryan não decepcionou. Como o primeiro livro, é ação do início ao fim. Gostei muito mais desse porque eles foram parar no meio de uma invasão viking e eu adoro qualquer história relacionada a esse povo antigo. Várias vezes me coloquei no lugar de Dak, porque adoro História, então me senti com ele nos momentos em que o menino queria xeretar os vikings, mas confesso que certas horas a teimosia dele em desconsiderar os perigos me enlouqueceram de ansiedade. Leitura rápida e fluída, totalmente recomendada.

6 de abr de 2016

O que toda mulher inteligente deve saber (Steven Carter e Julia Sokol) – DL 2016


Título: O que toda mulher inteligente deve saber
Autores: Steven Carter e Julia Sokol
Mês: Abril
Tema: Auto-ajuda
Editora Sextante, 160p.

A autoestima nos relacionamentos amorosos é o tema deste livro. Os fatos reais narrados nas suas 160 páginas mostram pessoas com dificuldades em seus relacionamentos, que passaram e ainda passam por problemas no que diz respeito a sentimentos. O livro fala de mulheres normais que já lidaram com desilusões, separações e falsas promessas. A partir de cada exemplo, os autores auxiliam seus leitores a agir de forma que não passem por isso.

Esse é o tipo de livro que eu não tenho muito o que escrever em uma resenha. Até porque os casos retratados são coisas pessoais e sua variedade não facilita na hora de citá-los. Além disso, nunca fui chegada em livros de auto-ajuda, mas tinha que escolher um para o tema, e como eu já tinha lido Por que os homens amam as mulheres poderosas? e acabei me divertindo, imaginei que fosse acontecer o mesmo com a leitura desse livro. Apesar de não ter sido assim, eu gostei da leitura. A linguagem é simples e a leitura é rápida, além das próprias mensagens do tipo “levanta moral” muito importantes, ainda mais no que se refere a relacionamentos amorosos. Não é um livro que eu vá ler de novo, mas recomendo.