12 de jan de 2012

Academia de Princesas (Shannon Hale)


Título: Academia de Princesas
Autora: Shannon Hale
Editora Galera Record, 272p.

As pessoas do Monte Eskel, um povoado distante não reconhecido pelo povo da Planície como um território significativo, vivem sua vida normalmente. O trabalho na pedreira não muda, enquanto esperam os mercadores aparecem para trocarem suas pedras de cantaria por mercadorias necessárias para enfrentar o inverno. Até que um mandatário-mor chega e anuncia que a próxima princesa de Danland sairá do Monte Eskel (de acordo com os augúrios dos padres) e por isso, todas as meninas de 12 a 17 anos deveriam freqüentar a Academia de Princesas. Miri é uma dessas meninas, mas sua irmã não. Marda ficará com o pai e como de costume ajudará no trabalho na Montanha (trabalho esse que Miri inveja e desejava realizar).
Então, ela e todas as outras jovens se encaminham para a Academia, onde encontram sua severa tutora Olana e descobrem tudo que deverão aprender em um ano antes que o príncipe apareça para escolher sua futura noiva: a ler, a escrever, sobre comércio e economia, ter noções de conversação e postura. Como tudo que é desconhecido assusta, elas começam a ter aulas e passam a dar o melhor de si quando descobrem a vida confortável que a escolhida poderá dar a família. Os ensaios, aulas, provas e eventuais castigos continuam, pois ninguém quer ser a perdedora, inclusive Miri. Na Academia, a pequena menina (que se considerava uma inútil, já que o pai nunca permitiu sua ajuda na pedreira) descobre que o mundo além do monte pode ser muito interessante. Na Academia, ela aprende o real valor da pedra da cantaria e ajuda seu povoado a comercializá-lo da maneira correta. Enquanto isso, ela continua se preparando, mesmo sem saber se gostaria realmente de ser princesa. Como ficaria sua relação com seu melhor amigo Peder, um garoto simpático que ultimamente fazia seu coração disparar?
O ano passa, Miri é escolhida como a princesa da Academia e o príncipe chega. Todas elas dançam com ele e o entretêm, mas ele continua distante, sem demonstrar a mínima inclinação para nenhuma delas. O sonho de virar princesa de verdade começa a arrefecer no coração de Miri, quando um grupo de bandoleiros invade a Academia e aprisiona todas. É com a ajuda da linguagem da pedreira, linguagem essa usada por todos aqueles que trabalhavam na pedreira e que, Miri descobre mais tarde, existe em cada morador do povoado, que ela consegue pedir ajuda dos aldeões e libertar suas amigas. O príncipe volta pronto para fazer sua escolha, e Miri finalmente descobre o que fez sua amiga Britta passar mal quando da primeira visita do príncipe e porque ele estava tão desinteressado. Mais importante: Miri descobre o lugar onde realmente pertence e o que realmente quer fazer com o que aprendeu na Academia.
Dois trechos do livro que eu adorei: "Jamais hesite se você souber que está certa". E “A verdade é quando entranhas e mente concordam”. Um ótimo livro infanto-juvenil.

Cartas para Sheldon Vanauken (Sheldon Vanauken)


A Sociedade C.S. Lewis traduziu e publicou esta obra sobre C.S. Lewis,que consiste em cartas colocadas em domínio público por Sheldon Vanauken, amigo do escritor. Quem quiser, pode fazer o donwload gratuito.

Como se livrar de um vampiro apaixonado (Beth Fantaskey)


Título: Como se livrar de um vampiro apaixonado
Autora: Beth Fantaskey
Editora Sextante, 304p.

Jessica Packwood é uma adolescente normal que vive uma vida normal no interior da Pensilvânia e cujos objetivos eram vencer a olimpíada de matemática, se formar na escola e ganhar uma bolsa pra faculdade. Ah, Jéssica também queria muito namorar seu colega Jake Zinn. Em mais um dia de escola, no que ela achava que seria uma aula normal de Literatura Inglesa, ela conhece o aluno novo, Lucius Vladescu. Alto, com uma voz profunda, lindo de morrer e muito bem vestido, Lucius, no entanto, não é um jovem comum. Nascido na Romênia foi criado para ser o príncipe de sua raça. E de repente, a vida de Jéssica vira de ponta cabeça. Por quê? Simplesmente pelo fato de Lucius reclamá-la como sua princesa prometida em casamento. Para união de seu povo... vampírico.
A partir daí, Jéssica descobre ser na verdade, Antanasia Dragomir, última de um clã muito poderoso de vampiros. Lucius, descendente do clã Vladescus, deve ser seu marido (ambos foram prometidos por seus pais quando nasceram) para que a paz finalmente reine entre os clãs, em guerra há muito tempo. Decidido a conquistá-la e contando com a “compreensão” dos Packwood, pais adotivos de Jéssica, Lucius hospeda-se na casa dela como um estudante de intercâmbio e gruda-se a ela na escola, humilhando todos que a maltratam e a defendendo sempre que preciso.
A convivência entre ambos evolui. Jéssica passa a entender melhor Lucius, mesmo ainda duvidando sobre a “questão dos vampiros”, enquanto ele começa a se encantar com o estilo de vida local (muito diferente de sua própria infância sofrida). Sempre insistindo no tal pacto de unificação dos clãs, Lucius interrompe o quanto pode os flertes de Jéssica e Jake, mas quando percebe que sua viagem pode ter sido em vão e considerando a felicidade dela, Lucius desiste do pacto. Ao mesmo tempo, Jéssica sofre uma transformação e se auto descobre, passando a aceitar sua própria história e começando a entender que ser esposa de Lucius não seria o pior dos destinos. E agora?
Nesse momento, as coisas começam a acontecer muito rápido: Lucius comunica aos vampiros anciões sua decisão de não mais cumprir o pacto e os adolescentes da escola de Jéssica começam a tomar conhecimento do quão estranho Lucius pode ser. Após um breve confronto, Jéssica, com a ajuda de seu tio vampiro, vai para a Romênia em busca de Lucius na esperança de fazê-lo cumprir o pacto. Nem mesmo a frieza dele (na verdade, uma máscara para ocultar seu real sentimento) a dissuade de seu objetivo. Será que Jéssica, agora princesa Antanasia, conseguirá fazer com que o lado bom de seu príncipe aflore? Ou será que Lucius está irremediavelmente destruído pelas armações de seu ambicioso tio?

Um livro muito legal de se ler. No início, pensei que seria mais um Crepúsculo, mas não. Apesar de ter algumas semelhanças (vampiro abandonando a amada no intuito de protegê-la, o outro “amor” da protagonista chamando-se Jake,...), é uma história totalmente diferente (graças a Deus, a saga de S. Meyer me deixou escaldada com histórias de vampiros com amores adolescentes). Essa história é bem mais divertida, em minha opinião. Como eu estava com saudade do vampiro que bebe sangue humano, não tem variações de cor nos olhos, é capaz de dormir e sonhar e, acima de tudo, que pode sim ser morto por uma estaca no coração (apesar de não estar familiarizada este tipo de literatura, tenho as “regras literárias” estabelecidas por Anne Rice para os vampiros como isso mesmo, regras).
Jéssica ou Antanasia é muito engraçada. O estresse dela com Lucius e sua descrença são bastante divertidos. Já Lucius... o que eu posso dizer? Desde o primeiro momento, um personagem que me cativou por inteiro. Achei um vampiro adolescente muito melhor que Edward Cullen, porque Lucius é sim romântico e cavalheiro, mas não fica naquela pieguice patética do Edward (aliás, tenho que parar com as comparações). Ele tenta conquistar sua noiva, mas acaba sendo conquistado pela vida simples que ela leva, já que sua infância foi difícil. Sua tentativa de salvá-la, seu alívio por reencontrá-la, querendo e ao mesmo tempo evitando esse reencontro, e sua entrega total à Jéssica me deixaram nada menos que apaixonada por esse casal.

Quando pesquisava sobre a autora, descobri que (graças ao desespero de muitas fãs adolescentes), Beth Fantaskey escreveu 21 capítulos e um epílogo extras desse livro, sobre o casamento dos dois. Confesso que não estava muito curiosa mas fui atrás pra ler os capítulos, traduzidos pela editora Sextante.



Desde a proposta (sim, Lucius é muito romântico, ele pede Antanasia em casamento, ele quer que ela queira casar com ele, a despeito do pacto), passando pelos preparativos até o casamento, a autora consegue transmitir os sentimentos entre os dois. Quem já era apaixonada pelo casal, vai ficar mais ainda lendo esses capítulos. Lucius está o tempo todo relembrando Jéssica de sua natureza cruel (mas, ao contrário de Edward, não é um repetição chata de se ler. Caramba, lá estou eu comparando de novo), e o fato dela entender e aceitar essa natureza dele faz de Antanasia uma das minhas melhores protagonistas literárias. O casamento deles é lindo, e claro, eu fiquei esperando detalhes da lua de mel, mas a autora terminou a história na hora certa.

Uma leitura agradável. A autora fez exatamente o que propôs. Mesmo assim, não esperava uma sequência, a história poderia ficar em um livro e nos extras. Fiquei surpresa quando no blog da editora Sextante soube de um segundo livro: Jessica Rules the Dark Side, previsto para ser lançado nos EUA no segundo semestre do ano passado. Apesar de ainda não ter título em português, a Sextante traduziu o prólogo (que só me fez ficar mais e mais ansiosa para ler o livro).

A dieta das chocólatras de Carole Matthews – DL 2012


Tema: Literatura gastronômica
Mês: Janeiro de 2012 (Livro 3)
Leitura do mês: A dieta das chocólatras
Autora: Carole Matthews
Editora Bertrand Brasil, 420 p.

As quatro comedoras inveteradas de chocolate continuam com suas vidas, mas os problemas continuam aparecendo. Lucy começou a namorar seu chefe gato, mas se decepciona quando o pega na cama com outra. Ou pelo menos foi o que pensou. Quando Aiden volta de viagem, ela descobre estar enganada, mas o estrago já havia sido feito: ela traiu o namorado com o ex, Marcus (que sempre a traiu). Autumm imagina como será a apresentação de Addison, seu namorado a sua família. Como se a apresentação em si não fosse considerada “definidora da relação” para a maioria das pessoas, Autumm ainda tem que lidar com o “conservadorismo racial” de sua família (Addison é negro). Chantal e Ted ainda estão com a relação estremecida, tentando reatar o casamento. A contínua falta de libido do marido (que ela odeia) e sua vontade de ter um filho (que ela não quer) continuam atrapalhando o casal de voltar as boas, então Chantal continua com seus programas “acompanhada” daqueles que possam satisfazê-la. Nadia continua separada do marido, que começou a se tratar do vício da jogatina. Ah. Existe também outro casal com a relação estremecida: Clive e Tristan, donos do Paraíso do Chocolate, local onde elas continuam se reunindo para afogar as mágoas, conversar e tentar resolverem seus problemas. Lucy, abandonada por Aiden, novamente se compromete com Marcus, que afirma querer casar com ela (de novo). O irmão drogado de Autumm reaparece na sua vida, desta vez causando um estrago maior. Chantal descobre estar grávida, mas não sabe de quem é o filho (do marido que ama ou de algum de seus “acompanhantes”?). E o marido de Nadia perde a batalha para o vício da pior maneira possível.
Novamente, quando parece que tudo está entrando nos eixos, a situação desanda, e para a pior. Elas se unem em uma nova operação para ajudar uma amiga e tudo se encaminha para a resolução no dia do casamento de Lucy. Ou não?
Envolvido em tudo isso, está, é claro, o chocolate, nas mais variadas formas, tipos e gostos. Como o primeiro livro sobre as chocólatras, esse também é gostoso de ler.

O clube das chocólatras de Carole Matthews – DL 2012


Tema: Literatura gastronômica
Mês: Janeiro de 2012 (Livro 2)
Leitura do mês: O clube das chocólatras
Autora: Carole Matthews
Editora Bertrand Brasil, 420 p.

As protagonistas são carismáticas, cada uma de um jeito diferente. Lucy pegou o namorado com outra. Autumm não tem namorado e trabalha demais com jovens com problemas sérios, Nadia não trabalha porque o marido não quer (seu marido é um jogador compulsivo e mal consegue sustantar a família), Chantal espera uma boa noite de sexo com o marido (que parece não querer nada com ela). Cada uma delas vivem vidas diferentes, mas tem pelo menos uma coisa em comum.: chocolate. Tudo é motivo para comer doces, principalmente chocolates. É o consolo para seus problemas. As confusões vão acontecendo: Lucy começa a sair com um cara lindo, mas o ex a quer de volta. Autumm protege as complicações do irmão drogado. Nadia recebe empréstimo da amiga e esconde do marido. Chantal transa com um desconhecido e é roubada (depois o cara a chantageia para devolver o que roubou). Elas armam e conseguem resgatar as jóias de Chantal. Nesse meio tempo, Lucy descobre que seu novo namorado é o cara que Chantal paga para transar com ela. Ah, seu marido descobre a traição e pede o divórcio. Mas as coisas finalmente começam a tomar o rumo certo (rumo que o leitor percebe no meio do livro que é a melhor coisa, afinal de contas). Após ficar noiva de Marcus, Lucy já não tem mais certeza sobre a situação, principalmente por causa de seu chefe (que sempre foi a fim dela).O marido de Chantal começa a procurá-la de novo (talvez desistindo do divórcio?). O marida de Nadia começa a se tratar de sua doença, pois quer a mulher e o filho de volta. E Autumm consegue ter sua vida tranqüila de volta.
A narrativa é leve, se comparada com a quantidade de reviravoltas da história. Quando a gente pensa que está tudo bem, que finalmente alguma delas vai ter um pouco de paz, o enredo da história vira de ponta cabeça. O que é bem legal, porque a autora consegue retratar a realidade, afinal, não existe uma pessoa cuja vida seja uma linha reta: sempre existem curvas.
O ponto alto do livro: eu descobri tantos tipos de chocolate, mas TANTOS, que fazem o Sonho de Valsa, Serenata de Amor, Batom, Bis e Diamante Negro (meus chocolates favoritos) ficarem no chinelo ao ponto de eu, uma adoradora de chocolate, quase me sentir envergonhada.

Meu trecho favorito é:
“Alegria compartilhada é dupla alegria; dor compartilhada é meia dor.”

Porque elas compartilham de tudo entre elas, tendo o chocolate como ponto de apoio principal. Como foram deixados alguns pontos soltos, recomendo a leitura de A Dieta das Chocólatras, onde Carole Matthews mostra que Lucy, Autumm, Chantal e Nadia terão que enfrentar velhos e novos problemas.

Julie & Julia de Julie Powell – DL 2012



Tema: Literatura gastronômica
Mês: Janeiro de 2012 (Livro 1)
Leitura do mês: Julie & Julia
Autora: Julie Powell
Editora Record, 352 p.

Esse livro é mais uma autobiografia do que qualquer coisa. Julie Powell, vivendo o que considerava ser uma rotina “mais ou menos”, primeiro acha graça da idéia de seu marido, mas acaba fazendo o que ele sugere: criar um blog onde pudesse descrever suas experiências como cozinheira. Mas o que ela prepara não são comidas comuns, e sim as receitas de um respeitado livro gastronômico chamado Mastering the Art of French Cooking,de Julia Child, livro esse responsável por introduzir a culinária francesa no cotidiano das famílias americanas. Esse projeto, chamado Julie/Julia, consistia no preparo das receitas e a postagem no blog sobre a tarefa. O que Julie não imaginava, ao pegar o livro de receitas de sua mãe, é que a situação fosse tomar a dimensão que tomou. Seguidores foram aparecendo e comentários foram sendo feitos enquanto Julie preparava as 524 receitas do livro. Isso tudo durante um ano. Belo desafio.
Um livro engraçadíssimo, para deixar com água na boca quem quer que o leia. Não conheço muito (ou conheço quase nada) de culinária francesa (prefiro as massas italianas), mas esse livro me deu vontade de me aventurar na cozinha também (tendo certeza que o resultado seria bem duvidoso...).

Meu trecho favorito:
“Ao que tudo indica, a única evidência de que Julia Child teria inventado Potage Parmentier durante um ataque de tédio, é a sua receita para esse prato. De acordo com ela, Potage Parmentier --que não passa de um modo afrancesado de dizer sopa de batatas-- "tem cheiro bom, gosto bom e é pura simplicidade". Essa também é a primeira receita do seu primeiro livro, onde Julia diz que, caso queira, pode-se acrescentar cenouras, brócolis ou vagens, mas isso parece fora de propósito se o que se deseja é a pura simplicidade.Pura simplicidade. Parece poético, não é?”

Detalhe: eu não sabia que Julia Child realmente havia existido e muito maior foi minha surpresa quando leio, já no fim do livro, sobre sua morte (2004, quando Julie fazia sua última postagem, em 2004).
Não posso deixar de mencionar o filme, que vou assistir, é claro. Só espero que seja tão bom quanto o livro.

8 de jan de 2012

Crepúsculo: guia oficial ilustrado da série de Stephenie Meyer


Título: Crepúsculo: guia oficial ilustrado da série
Autora: Stephenie Meyer
Editora Intrínseca, 559p.

Em 2005, Crepúsculo apresentou Bella Swan e Edward Cullen aos leitores - nascia um fenômeno mundial. Desde então, milhares de pessoas acompanharam a inebriante história de amor que se seguiu em Lua nova e em Eclipse e que chegou ao clímax em Amanhecer. Agora, pela primeira vez, Stephenie Meyer revela os segredos por trás da série e mostra as histórias e anotações que fizeram parte de seus exercícios de criação, que incluem perfis detalhados de personagens, informações genealógicas e extensas referências cruzadas. O livro traz ainda uma entrevista exclusiva, franca e bastante pessoal, cedida por Stephenie à amiga e também escritora Shannon Hale. Para os fãs, uma oportunidade única de conhecê-la bem mais de perto.
Repleto de belas imagens, Crepúsculo: Guia Oficial Ilustrado da Série proporciona uma experiência completamente nova do universo de Crepúsculo, desde o momento em que Bella pôs novamente os pés na cidade de Forks até o fantástico e instigante desfecho da saga.

Esse guia explica bastante coisa, apesar do fato de que a maioria delas (principalmente aquilo referente à vida pré-vampirismo de alguns personagens principais) os leitores já sabem, mas ainda assim valeu a leitura. Gostei bastante de saber mais da vida de Alice Cullen, a única personagem que eu sabia vagamente algo de sua história (Meyer explica que Alice perdeu a memória no sanatório em que foi internada, então não dava pra saber de sua vida antes de se tornar vampira). Também gostei de saber mais sobre os nômades. Adoro livro ilustrado, mais um motivo que me fez ler esse livro. Eu já gostei bastante dessa série (até ler o último livro) e mesmo que a “febre crepúsculo” em mim já esteja extinta, indico esse guia como leitura de diversão, só para matar a curiosidade.