29 de mar de 2011

As Brumas de Avalon 2-A grande rainha de Marion Zimmer Bradley – DL 2011



Tema: Obras épicas

Mês: Março de 2011 (Livro II)

Título: As Brumas de Avalon 2-A grande rainha

Autor(a) do livro: Marion Zimmer Bradley

Editora: Imago

Nº de páginas: 232

Sinopse: A Senhora da Magia, A Grande Rainha, O Gamo-Rei e O Prisioneiro da Árvore são os quatro volumes que compõem As Brumas de Avalon - a grande obra de Marion Zimmer Bradley -, que reconta a lenda do rei Artur através da perspectiva de suas heroínas. Guinevere se casou com Artur por determinação do pai, mas era apaixonada por Lancelote. Ela não conseguiu dar um filho e herdeiro para o marido, o que gera sérias conseqüências políticas para o reino de Camelot. Sua dedicação ao cristianismo acaba colocando Artur, e com ele toda a Bretanha, sob a influência dos padres cristãos, apesar de ser juramento de respeitar a velha religião de Avalon. Além da mãe de Artur, Igraine e de Viviane, a Senhora do Lago que é a Grande Sacerdotisa de Avalon, uma outra mulher é fundamental na trama: Morgana, a irmã de Artur. Ela é vibrante, ardente em seus amores e em suas fidelidades, e polariza a história com Guinevere, constituindo-se em a sua grande rival. Sendo uma sacerdotisa de Avalon, ela tem a Visão, o que a transforma em uma mulher atormentada. Trata-se, acima de tudo, da história do conflito entre o cristianismo, representado por Guinevere, e da velha religião de Avalon, representada por Morgana. Ao acompanhar a evolução da história de Guinevere e de Morgana, assim como dos numerosos personagens que as cercam, acompanhamos também o destino das terras que mais tarde seriam conhecidas com Grã-Bretanha. As Brumas de Avalon evoca uma Bretanha que é ao mesmo tempo real e lendária - desde as suas desesperadas guerras pela sobrevivência contra a invasão saxônica até as tragédias que acompanham Artur até a sua morte e o fim da influência mítica por ele representada. Igraine, Viviane, Guinevere e Morgana revelam através da história de suas vidas e sentimentos a lenda do rei Artur, como se ela fosse nova e original.

Quando vi a capa do livro, o que mais chamou a minha atenção foi… a mesma coisa do livro 1. É a mesma capa. Na verdade, não é a capa que chama a atenção. Se o leitor gostou de ler o primeiro livro, não interessa como é a capa do segundo livro e sim a continuação da história.

Eu escolhi este livro porque… é a continuação do outro. Não dava pra ler o livro 1 da coleção e pular para outro que não tivesse nada a ver, para depois voltar pra continuação da história. Odeio fazer isso.

A leitura foi… melhor que a do primeiro. Os acontecimentos, digamos assim, são mais caóticos. Teve uma resenha que li em que a pessoa dizia odiar Guinevere e dava as razões pra isso. Lendo, acho que comecei a odiá-la também. Ela é aquela imagem da princesa mocinha linda, obediente do pai e depois do marido, tão característica do medieval que eu ODEIO. Morgana é mais senhora de si. Acho que por isso não sou muito fã das histórias do rei Arhtur, porque ao mesmo tempo em que mostram essa passagem de épocas, do paganismo para o cristianismo, na figura das duas maiores mulheres da história de Arthur: sua esposa Guinevere e sua meia irmã Morgana. Sempre Guinevere é bela, pura e inocente e Morgana é bruxa pagã e pervertida (pois cultuava a Deusa). Apesar de odiar esse tipo de visão e quase chegar a odiar o livro, como eu disse, acontecem mais coisas, relações são estabelecidas, as coisas ficam mais complicadas.

O personagem que eu gostaria de ter dado um “sacode” é a Guinevere. Por quê? Muito lezada (não tenho um termo similar), muito chorona por não ter o filho que queria, muito lamentadora, apaixonada pelo melhor amigo do marido sem fazer nada: ela nem trai nem tenta esquecer Lancelote. Meio chove não molha, sabe? Irritante.

O trecho do livro que merece destaque: Quando o rei, se considerando estéril, empurra a mulher (praticamente) para o primo para que ela possa dar um herdeiro para o reino com o homem (Lancelote) que ELE (Arthur) sabe que ELA (Guinevere) ama. Que homem fez, faz ou faria isso? 1-Só muito apaixonado pela esposa (coisa que Arthur nunca foi por Guinevere) e se sentindo culpado por não poder dar o filho que ela queria; 2-Um homem de brios que prefere muito mais um herdeiro para seu trono sem se importar em ter a cabeça enfeitada (desde que ninguém descubra e/ou fale abertamente). Sinceramente, Arhur não se encaixa em nenhuma das alternativas. Só na literatura que se encontra isso, mesmo.

A nota que eu dou para o livro: 5

As Brumas de Avalon 1-A senhora da magia de Marion Zimmer Bradley – DL 2011


Tema: Obras épicas

Mês: Março de 2011 (Livro I)

Título: As Brumas de Avalon 1-A senhora da magia

Autor(a) do livro: Marion Zimmer Bradley

Editora: Imago

Nº de páginas: 252

Sinopse: A Senhora da Magia, A Grande Rainha, O Gamo-Rei e O Prisioneiro da Árvore são os quatro volumes que compõem As Brumas de Avalon - a grande obra de Marion Zimmer Bradley -, que reconta a lenda do rei Artur através da perspectiva de suas heroínas. Guinevere se casou com Artur por determinação do pai, mas era apaixonada por Lancelote. Ela não conseguiu dar um filho e herdeiro para o marido, o que gera sérias conseqüências políticas para o reino de Camelot. Sua dedicação ao cristianismo acaba colocando Artur, e com ele toda a Bretanha, sob a influência dos padres cristãos, apesar de ser juramento de respeitar a velha religião de Avalon. Além da mãe de Artur, Igraine e de Viviane, a Senhora do Lago que é a Grande Sacerdotisa de Avalon, uma outra mulher é fundamental na trama: Morgana, a irmã de Artur. Ela é vibrante, ardente em seus amores e em suas fidelidades, e polariza a história com Guinevere, constituindo-se em a sua grande rival. Sendo uma sacerdotisa de Avalon, ela tem a Visão, o que a transforma em uma mulher atormentada. Trata-se, acima de tudo, da história do conflito entre o cristianismo, representado por Guinevere, e da velha religião de Avalon, representada por Morgana. Ao acompanhar a evolução da história de Guinevere e de Morgana, assim como dos numerosos personagens que as cercam, acompanhamos também o destino das terras que mais tarde seriam conhecidas com Grã-Bretanha. As Brumas de Avalon evoca uma Bretanha que é ao mesmo tempo real e lendária - desde as suas desesperadas guerras pela sobrevivência contra a invasão saxônica até as tragédias que acompanham Artur até a sua morte e o fim da influência mítica por ele representada. Igraine, Viviane, Guinevere e Morgana revelam através da história de suas vidas e sentimentos a lenda do rei Artur, como se ela fosse nova e original.

Quando vi a capa do livro, o que mais chamou a minha atenção foi… não sei se foi isso que me chamou atenção, mas a dama sentada no cavalo, com aquelas vestimentas célticas e tudo... achei bonito. Pelo menos era uma ilustração melhor do que a de uma edição antiga da biblioteca do colégio da minha prima (uma cruz celta, se não me engano).

Eu escolhi este livro porque… era a única obra “épica” que eu conhecia que ainda não tinha lido. Quer dizer, épico pra mim é Ilíada, Odisséia, essas coisas, mas como eu não sabia se podia ler poesia, e Tolkien eu já tinha lido de cabo a rabo, então só sobrou esse.

A leitura foi… legal. Uma outra visão da história do rei Arthur que eu nunca imaginei. Interessante o papel da Morgana, da Ingraine... E a Viviane, uma mulher imponente. Adoro! Arhtur quase seria um filho bastardo?! Afinal, foi concebido pelo rei com uma mulher casada. Enfim. Gostei principalmente porque fala da visão da vida de um grande rei, Arthur, pelas protagonistas femininas. Apesar da sinopse acima não falar especificamente do livro um, mas de todos, a frase “Igraine, Viviane, Guinevere e Morgana revelam através da história de suas vidas e sentimentos a lenda do rei Artur, como se ela fosse nova e original” diz tudo. É uma história, ou melhor, um romance histórico, escrito por uma mulher, narrada por mulheres que não tem aquele sentimentalismo exacerbado que todos caracterizam o nosso sexo. Muito bom.

O personagem que eu gostaria de ter entendido mais é a Igraine. Por quê? Uma hora parece que ela é apaixonada pelo marido, outra hora parece que ela o suporta, uma atitude tão comum nas mulheres medievais. Fiquei com ódio na descrição da surra que ela leva quando o marido, na tentativa de conceber um herdeiro varão, não consegue, digamos, desempenhar o seu papel satisfatoriamente e a culpa.

O trecho do livro que merece destaque: não achei nenhum assim tããão... Mas as partes que falam da Deusa são legais.

A nota que eu dou para o livro: 5

8 de mar de 2011

Nicholas Sparks

Recentemente li dois livros de Nicholas Sparks, Querido John e A Última Música.



Querido John é um livro totalmente emotivo. Como A Última Música, é um livro que fala de romance de verão. Infelizmente, eles se separam. E daí por diante, são cartas, encontros e desencontros que me fizeram ficar louca pra saber se eles terminariam juntos. Confesso: li o final quando estava no meio do livro. Não aguentei esperar. Mas li o livro todinho. Não sei se gostei. A história é bonita, mas o final... Acho que por ter chorado tanto lendo, não vou ser capaz de ver o filme.


A Última Música é mais bacana. Como mencionei, é outro livro que fala de um romance de verão. Mais do que isso, esse romance faz a protagonista pensar e reavaliar sua vida, e a se dar melhor com o pai que, a gente descobre depois, está tentando reparar sua distância ao passar o resto de seus dias com os filhos por causa de uma doença incurável. O final é triste, mas o romance compensa. Adorei. O filme é que eu não botei fé nenhuma (por causa da Miley Cyrus, confesso), mas é legal de assistir.

Dos livros de Nicholas Sparks, li esses dois e vi os filmes: Diário de uma Paixão, A Última Música e Um amor para recordar. Depois de ler esses livros, minha lista de preferência fica assim:

1-Um amor para recordar
2-Diário de uma paixão
3-A Última Música
4-Noites de Tormenta (apesar de não ter lido, só ter visto o filme em partes)
5-Querido John